
São os únicos momentos em que duvido daquilo que sou.
Momentos em que queria não saber o que sei, não pensar em fármacos e prognósticos, ser só família. Porque depois fica difícil esconder, ter uma atitude diferente, e as pessoas não estão preparadas para ouvir, nem saber. E corroí-me por dentro, quando oiço dizer o que não é.
Por outro lado, doí ver a agonia, a dor insuportável, saber que ela vai durar, e não estar no meu mundo habitual, para puder fazer alguma coisa. Impotência...
1 comentário:
Há sempre prós e contras nas decisões que tomamos, por isso devemos tentar maximizar os prós para compensar os contras…
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