Se calhar a razão não era a obvia… ou melhor, havia outra mais óbvia ainda… só que não era uma desculpa tão perfeita.
Acho que passei a fase da angústia, a fase do “porquê”, e continuo na fase da minha vingança pessoal… se calhar assim soa um tanto agressivo. Dava vontade de lhe dar um bom par de estalos, pela cobardia… mas não vai por aí.
Estou apenas numa de exigir a consideração mínima… o assumir daquilo que se faz. Sem razões, sem justificações, sem desculpas porque não preciso delas… apenas admitir o que existe.
Eu acho super fácil… mas, mais uma vez engano-me. Está a ser complicado. Tem uma capacidade de desprezo admirável… eu seria incapaz. Provavelmente tanta insistência ía enfurecer-me e acabaria por responder… Pois parece que não são todos assim. Ou então a indiferença é tanta que já nem assim. Dói um bocado, mas é provável.
De qualquer forma ainda não cheguei ao meu limite… a minha insistência continua
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