Há coisas que me superam...
Acho que há um momento, que os filhos deviam ser pais e os pais deviam ser avós.
Os filhos, vão querer sempre, ser diferentes dos pais e acabar por ser o mais parecido que era possível, querendo ou não... Os pais vão querer sempre, ter a autoridade que cada vez têm menos, mas nunca os filhos vão mandar nos pais, pelo menos não no domínio da educação e não violência, por isso usam outras armas, daquelas que doem mais.
Nunca pensei que ia voltar e isto ia estar assim... nunca me passou pela cabeça nem sequer nada parecido.
Contado de certeza que muita pessoas vão pensar “isso não é nada” “isso é o pão nosso de cada dia cá em casa”, na minha não era... não era mesmo
Só de pensar que ainda hoje de manhã, tive que ouvir por estar com eles... Ainda bem que agora sei fechar os ouvidos... Nestes meses, aprendi a não ouvir muita coisa... Oiço uns rumores, umas palavras estranhas, as primeiras ainda doem, as outras é como se fosse a televisão ligada.
Não consigo perceber, e o que não percebo revolta-me...
Como é que as pessoas podem chegar a este ponto?
Nunca nos lembramos das coisas boas, mas as más... essas remoem, dão voltas, transformam-se em outras piores e estragam tudo o que ainda havia de bom.
Mas havia alguma necessidade disto?
Estou farta de pensar que quatro gerações diferentes juntas nunca se vão dar bem, mas resisto-me a pensar que se unam na adversidade.
Não sei porque é que estou a escrever isto aqui... não é o momento nem o lugar...
Acho que há um momento, que os filhos deviam ser pais e os pais deviam ser avós.
Os filhos, vão querer sempre, ser diferentes dos pais e acabar por ser o mais parecido que era possível, querendo ou não... Os pais vão querer sempre, ter a autoridade que cada vez têm menos, mas nunca os filhos vão mandar nos pais, pelo menos não no domínio da educação e não violência, por isso usam outras armas, daquelas que doem mais.
Nunca pensei que ia voltar e isto ia estar assim... nunca me passou pela cabeça nem sequer nada parecido.
Contado de certeza que muita pessoas vão pensar “isso não é nada” “isso é o pão nosso de cada dia cá em casa”, na minha não era... não era mesmo
Só de pensar que ainda hoje de manhã, tive que ouvir por estar com eles... Ainda bem que agora sei fechar os ouvidos... Nestes meses, aprendi a não ouvir muita coisa... Oiço uns rumores, umas palavras estranhas, as primeiras ainda doem, as outras é como se fosse a televisão ligada.
Não consigo perceber, e o que não percebo revolta-me...
Como é que as pessoas podem chegar a este ponto?
Nunca nos lembramos das coisas boas, mas as más... essas remoem, dão voltas, transformam-se em outras piores e estragam tudo o que ainda havia de bom.
Mas havia alguma necessidade disto?
Estou farta de pensar que quatro gerações diferentes juntas nunca se vão dar bem, mas resisto-me a pensar que se unam na adversidade.
Não sei porque é que estou a escrever isto aqui... não é o momento nem o lugar...
2 comentários:
Melhores dias virão, espero... :) …e melhores posts também :)
Este é o melhor lugar para escreveres, pois este é o TEU lugar. ;)
E se algum dia quiseres "apagar" esta página da tua vida, por já estares numa melhor e quiseres esquecer esta, podes sempre apagar o post. ;)
Lá isso é verdade... mas às vezes não gosto de entrar em tantos detalhes
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